Sentia uma sensação de leveza estonteante. O sol já ameaçava tocar a linha do horizonte. A perfeita linha horizontal que separava o céu do mar.
O mar, sim, o mar. O mar com suas breves e tranquilas ondas de cor azul-marinho.
O vento sussurrava nos seus ouvidos, fazendo-a se arrepiar e formar um leve sorriso de satisfação em seu rosto.
O céu já trazia consigo o crepúsculo em que mesclava o laranja, com pinceladas de rosa num fundo lilás.
O sol não mais ofuscava seus belos olhos furta-cor. Agora podia enxergá-lo com bastante clareza: uma circuferência perfeita laranja-avermelhada.
Sentada na areia, a moça olha para os lados e encara uma figura esguia que corria em sua direção. Era um menino.
- Bora, tia! Passa a bolsa!
- Que bolsa? Não, não tem nada na minha bolsa.
- Bora, bora, tia! Não quero saber o que tem na bolsa, me dá ela, vai!
- Menino, por que você não vai pra casa cuidar dos seus irmãos, hein?
- Tia, eu não tô brincando, passa logo a *%&#% da bolsa!
- Rá, vai sonhando, pirralho!
Assim, o garoto descamisado enfiou a mão no bolso da sua bermuda e puxou um estilete.
- Tia, eu não tô brincando!
- Ignoro você.
O menino, num golpe ágil, enfia o canivete na jugular da ''tia'', que cai sem vida na areia. O menino pega a bolsa e corre pra casa, na esperança de alimentar sua família. Ou não.
Agora o cádaver, com suas pupilas dilatadas, jorrava um líquido vermelho-ardente que escorria de encontro ao mar. Ah, o mar.
O mar, sim, o mar. O mar com suas breves e tranquilas ondas de cor azul-marinho.
O vento sussurrava nos seus ouvidos, fazendo-a se arrepiar e formar um leve sorriso de satisfação em seu rosto.
O céu já trazia consigo o crepúsculo em que mesclava o laranja, com pinceladas de rosa num fundo lilás.
O sol não mais ofuscava seus belos olhos furta-cor. Agora podia enxergá-lo com bastante clareza: uma circuferência perfeita laranja-avermelhada.
Sentada na areia, a moça olha para os lados e encara uma figura esguia que corria em sua direção. Era um menino.
- Bora, tia! Passa a bolsa!
- Que bolsa? Não, não tem nada na minha bolsa.
- Bora, bora, tia! Não quero saber o que tem na bolsa, me dá ela, vai!
- Menino, por que você não vai pra casa cuidar dos seus irmãos, hein?
- Tia, eu não tô brincando, passa logo a *%&#% da bolsa!
- Rá, vai sonhando, pirralho!
Assim, o garoto descamisado enfiou a mão no bolso da sua bermuda e puxou um estilete.
- Tia, eu não tô brincando!
- Ignoro você.
O menino, num golpe ágil, enfia o canivete na jugular da ''tia'', que cai sem vida na areia. O menino pega a bolsa e corre pra casa, na esperança de alimentar sua família. Ou não.
Agora o cádaver, com suas pupilas dilatadas, jorrava um líquido vermelho-ardente que escorria de encontro ao mar. Ah, o mar.

5 comentários:
eu lendo e imaginando erick fazendo isso com tia lu
haha, intérpretes perfeitos *-*
adoro o mar, adoro o azul,adoro pessoas morrendo de forma inesperada *-*
"eu lendo e imaginando erick fazendo isso com tia lu"
Atooooooooron Perigon!
GENTE, A FOTO DE TUA LU TÁ COMBINANDO PERFEITAMENTE COM O CONTO *-*
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